terça-feira, 21 de outubro de 2014

Senhora do Meu Tempo



Na quietude do silêncio
Corrói-se   o tempo.
Célere  dilui-se diante de mim.
Não percebo o dia nem a noite...
Não enxergo o sol nem as estrelas.
Onde estás tempo?
Queres apressar a  minha ida?
Ou queres cristalizar meu momento,
Como se fosse uma rajada de vento
Voraz e tempestuosa,
Trepidante e vigorosa,
Varrendo a minha vida?
Deixai-me ser senhora do meu tempo!

Escrito por Maria Claudete F.H.Batista





terça-feira, 14 de outubro de 2014

Ó Minh'Alma!


                                                        



Ó minh’alma  ensina-me a amar.
Com pensamentos que divagam

Além  mar...







Além-terra...

Aqui e Acolá...





Ó minh’alma ensina-me a amar!
Sem timoneiro...
                                                      Sem marinheiro...
                                                      Sem herói ...
                                                      Sem guerreiro...


Ó minh’alma  ensina-me a amar!


escrito por maria claudete

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

De Súbito!



O céu estava claro e bonito
O clima maravilha
Sem calor
Sem mormaço,
Totalmente poesia.
Hoje tenho inspiração
Pensei com meus botões...
Hoje a rima corre solta.
Ledo engano...
Intempestiva  precedida por rajadas de vento
Lá vem a chuva
Ah! Amiga querida , chove lá no sertão...
Molha aquela terra seca, árida...
 Ela Suplica por ser molhada!
Derrama  lá no cerrado toda tua ternura,
Espalha-te fagueira e faceira ...
Sentirás o  gozo real se  esparramando
Correndo  solta pelos pastos
Como se tudo não passasse de uma  brincadeira.               
foto google imagem




Escrito por Maria Claudete



sábado, 6 de setembro de 2014

Missão Cumprida.






Foto arquivo pessoal -cidade de Areia -PB


O coração apertado...
Uma sensação de vazio me invade.
Percebo a calma tomando lugar...
Como é fácil  a confusão
Como fica difícil a percepção.
Retomo em mim o lugar que me pertence
O coração torna-se pleno.
Preenchido pela Esperança de um novo dia,
Saciada pela contemplação do belo,
Encontro a razão para a lágrima que cai...
Não é de dor  representa a alegria contida

No alívio da primeira missão do dia cumprida.


 Poema da autoria de Maria Claudete.F.H.Batista