Na quietude do silêncio
Corrói-se o tempo.
Célere dilui-se diante de mim.
Não percebo o dia nem a noite...
Não enxergo o sol nem as estrelas.
Onde estás tempo?
Queres apressar a minha ida?
Ou queres cristalizar meu momento,
Como se fosse uma rajada de vento
Voraz e tempestuosa,
Trepidante e vigorosa,
Varrendo a minha vida?
Deixai-me ser senhora do meu tempo!
Escrito por Maria Claudete F.H.Batista






