domingo, 16 de agosto de 2015

Sim, Como é bom dizer Sim!


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Sim , como é bom dizer sim
sim que conforta e alegra 
alegra o coração 
coração assolado pela dor
dor do desconforto
desconforto que açoda
açoda a alma desvairada
desvairada a sofrer
sofrer de amores
amores consumidos
consumidos , mas um dia consumados
consumados pela alegria 
alegria de viver e dizer Sim!








sábado, 25 de julho de 2015

Brincando com A Chica nº 23

                                                         

                                            Hoje a Chica nos convida a brincar com a palavra "Internet"...Sem limites o potencial e as implicações do advento desta no contexto mundial.Revolucionária , em todos os sentidos , é o mínimo que podemos contextualizar .
                                             Procurei  o significado, entre tantos impactos que me causou,  aquele que foi mais incisivo.
                                              E minha frase ficou assim:
                             
                                     " Com  Internet realizei resgates em águas                                                                  profundas"

Crônica Poética

Quando Paulo em águas profundas mergulhou
o resgate estava implícito
ele , Paulo, sabia o que queria
ele, Paulo, entendia o que buscava...

Eu, com a internet , fui mergulhando
pouco a pouco me aprofundando
não sabia o que buscava
vislumbrava , entretanto o que queria.
confesso : fui ousada
adentrei-me de cabeça nas hostes poéticas dos bons
aprendi a separar o que era bom , o que dava frutos
creio que fiz amigos, mas a sinceridade 
ah! essa pode ter ferido alguns egos.

Aprofundei-me no oceano 
naveguei à deriva  e encontrei-me  na profundidade das águas
alí realizei os melhores resgates, aqueles que não enxergava antes 

Sim a Internet me proporcionou diferenciar :
Religiao, de Fanatismo
Cultura, de verniz cultural
Bondade, de maldade disfarçada em Bondade
E tantas outras coisas que edificam
porque a contaminação, o joio,sempre haverá de existir
só nos cabe deixá-lo crescer no meio do trigo.
Na hora da colheita retirá-lo e queimar!

Que leis cibernéticas sejam criadas
que esse universo online um dia seja passível de acesso
sem que seja sufocado e destruído pela malversação.
Assim poderemos todos mergulhar sem medo nessas água profundas
Assim poderemos, enfim , nos encantarmos sempre com o que resgatarmos.

escrito por maria claudete;




segunda-feira, 13 de julho de 2015

Como Vai Você?

                  Puxa! Há  quanto tempo não nos vemos...
                  Como vai você? Bem obrigado...
                  Nem  observamos os detalhes do rosto,
                  Nem distinguimos a intensidade do olhar,
                  Nem nos damos conta dos movimentos.
                  Somos polidos como nos ensinaram...
                  Fomos verdadeiros?
                  Não sei... Um misto de querer ser...
                  Um amálgama de emoções reprimidas.
                  Lá estamos nós perfilados  , mais um
                  Correndo em busca de  si mesmo.
                  Pára! Eis a proposta...
                  O tempo e a  ausência
                  Discorrendo mutuamente este intervalo.
                  Saberemos  o  determinante  da resposta
                  Bem, obrigado...


                  Escrito por Maria Claudete ( em 04/05/2010)


                  

          

terça-feira, 23 de junho de 2015

Cruzando a Avenida...









                                OBS. A cada semana vou republicar algo do meu primeiro Blog, que me marcou em momentos especiais ...Fui praticamente obrigada a fechar o Blog, mas ficou  o que escrevi.




  Caminhando lentamente cruzo a avenida...
  No meio da multidão  procuro sentir o seu ruído...
  Passos acelerados, passos lentos...
  Vozes alteradas, vozes sussurrantes...
  Corpos frenéticos, corpos ofegantes...
   Crianças de colo, crianças segurando a mão de alguém...
   Namorados abraçados, idosos que se protegem...
   Desperta-me o barulho do semáforo...
   Tempo esgotado ,terminou a passagem...
   Do outro lado da avenida não sigo meu curso
   Paro, espreito a minha volta  a nova multidão que surge
   A cena se repete, agora no sentido inverso...
   Uma sensação de inquietação me invade...
   Onde está o silêncio?
   Percebo que a urgência faz a corrida...
   Que a corrida leva a algum lugar...
   Que  amanhã  a avenida será cruzada novamente...
   Inerte, mas servil...
   Inerte, mas sensível ...
   Inerte , mas testemunho...
  A avenida  continuará  cumprindo o seu papel...
  Inerte e  alheia ao burburinho da multidão.
  Nela está o silêncio que busco.
 Identifico-me  nesta avenida.

 Retomo meu destino .

escrito por maria claudete ... há alguns anos