Mostrando postagens com marcador Reflexão em forma de poema.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão em forma de poema.. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de outubro de 2015

TOCA EM MINHA VIDA AGORA ESPÍRITO SANTO




Homenagem  a Minha Mãe Celice  que.  neste sábado 24/10 estaria completando 93 anos.




Como uma criança procuro colo
colo da minha mãe
mãe que não está mais aqui
Aqui findaram-se seus dias
dias de luta, dias de sofrimento
sofrimento da mulher companheira
companheira de todas as horas
horas transcorridas em lenta agonia
agonia que vi ...que partilhamos
partilhamos na minha inocência
inocência da criança que sorria
sorria para vê-la sorrir para a vida
vida que ceifada pelo tronco
tronco que quedou mas deixou a semente
semente que germina seguindo seus passos
passos que me levarão ao pedestal
pedestal da retidão de caráter
caráter que ela me deixou.

Escrito por Maria Claudete

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Angustia Parkinsoniana

                                          Foto arquivo Pessoal (maria claudete f.h.  .batista)
                           ( pátio de uma senzala )

Por um momento , muito pesado o fardo.
por alguns instantes ,ajuda , pensei não encontrar.
Procurei os que chamava de amigo, não sabia onde procurar.

a dor era tanta , tanto quanto a tristeza.
qual o tamanho daquela dor, não sabia como mensurar...
a tristeza, esta sim , profunda e dolorosa.

nao questionei o porquê, nunca!
perguntei tão somente pra quê Senhor?
e esperei,esperei,esperei...

Os dias se confundiam com as noites.
As horas se fundiam nos minutos e segundos,
já não eram mais contados .

Enquanto a solução se arrastava ,
as hipóteses e suposições se multiplicavam.
A busca insistente continuava.

Resumiu-se toda angustia da espera .
Bastou um olhar  inquiridor e consciente,
a alma  também fica doente.

O que antes era dificil de carregar,
tornou-se leve de repente...
No corpo foram amenizadas  as feridas.

A alma e o coração como ficaram?
Emergindo das sombras opressoras
tiveram suas cicatrizes fechadas.

O titubear dos passos,
a fragilidade da mente ,
o meio sorriso nos lábios.

agora é realidade, antes aviltante,
finalmente controlada
corpo e alma doravante.


escrito por maria claudete f.h.batista

                 " onde há amor não existe solidão"
                                  ( por mim)