Tudo...O tempo ora lento
No compasso da ingenuidade
Na pressa inexistente...
Vai seguindo
Ora acompanhando o vento
Ora colhendo flores do campo.
E segue...E segue...
Para onde o sonho o levar.
Na encruzilhada se deparam
O condutor ....O trem ... os vagões
vazios e o controlador do cruzamento.
E agora?
O condutor sou eu...
O trem é a vida...
Os vagões ,Vazios , as ilusões...
O controlador o Deus que vive em mim.
Assim voltarei ao pó...
Assim serei saudade.
Tudo se dilui no inexorável
Tempo.
E nesse compasso atravessei indo e vindo
balançando ao sabor do vento .
( poema autoral)
Maria Claudete
Gratidão Roselia pelo incentivo, por ser amor e caridade..
para ver a participação dos demais acessar o link:
www.escritosdalma.com.br
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